Segurança
A segurança será prioridade nacional e responsabilidade direta do Governo Federal. O crime organizado não pode continuar controlando territórios, comandando ações de dentro dos presídios e usando fronteiras, portos e aeroportos como rotas para drogas, armas e dinheiro ilícito. Nosso governo vai criar o Ministério da Segurança Pública, integrar inteligência, bancos de dados de todo o país e coordenar União, estados e forças de segurança no enfrentamento às facções. Fronteiras terão tecnologia, inteligência artificial, radares e monitoramento permanente. Presídios deixarão de funcionar como escritórios do crime, com isolamento das lideranças e integração nacional do sistema penitenciário.
A violência contra mulheres e crianças também terá resposta direta com monitoramento de agressores, integração das medidas protetivas, fortalecimento das estruturas especializadas e endurecimento da responsabilização dos condenados.
Saúde
O SUS precisa funcionar na ponta, e a prioridade será acabar com a fila sem informação, sem prazo e sem acompanhamento. Consultas, exames, cirurgias e tratamentos terão prioridade clínica, prazo estimado e acompanhamento pelo cidadão. Será criado o Sistema Nacional de Acesso e Regulação Inteligente, capaz de integrar as filas e aproveitar vagas ociosas em tempo real. Até 2030, a meta é reduzir em pelo menos 50% o tempo mediano das filas prioritárias nas regiões com maior espera e garantir rastreabilidade nas filas estratégicas. A Atenção Primária será fortalecida para agir antes que a doença se agrave. Cada vez mais pacientes terão equipe de referência, acompanhamento de doenças crônicas, teleconsultoria e acesso a prontuário integrado. UBS, especialistas, hospitais, laboratórios e farmácias passarão a funcionar como partes da mesma rede.
Educação
O Brasil não pode aceitar crianças avançando de série sem a garantia da alfabetização: saber ler, escrever ou fazer matemática básica. Também será implantada estratégia nacional para recuperar principalmente as defasagens em português e matemática. O resultado de cada escola será acompanhado para identificar onde o aluno está ficando para trás e direcionar apoio antes que o problema vire abandono escolar. Vamos preparar o ensino médio para que jovem continue estudando ou entrando no mercado de trabalho. A educação técnica e profissional será ampliada em parceria com institutos federais, empresas, redes estaduais e Sistema S, conectando formação às oportunidades de cada região.
Economia e Desenvolvimento
O Brasil precisa voltar a crescer sem repetir a fórmula de gastar hoje e deixar a conta para amanhã. O primeiro passo será organizar as contas públicas, cortar desperdícios, rever privilégios e recuperar a capacidade do governo de investir sem depender de aumentos permanentes de impostos. Com estabilidade, o foco será reduzir o custo do capital, destravar investimentos e aumentar a produtividade. Vamos levar a taxa de investimento para perto de 25% do PIB, com mais capital privado, concessões, parcerias, investimento público de qualidade e atração de recursos estrangeiros.
O país também terá uma política de reindustrialização baseada em tecnologia, inteligência artificial, energia limpa, bioeconomia e minerais estratégicos. Infraestrutura e logística serão tratadas como instrumentos para reduzir o Custo Brasil, enquanto micro e pequenas empresas terão menos burocracia, mais crédito e acesso a novos mercados.
Agro
O Brasil já é uma potência no campo e todo mundo sabe. O próximo passo é transformar essa força em mais produtividade, renda e valor agregado, produzindo mais nas áreas já abertas, sem depender da expansão ilegal da fronteira agrícola. Por isso, vamos recuperar pastagens degradadas, ampliar agricultura de precisão, conectividade rural, irrigação e integração lavoura-pecuária-floresta. Vamos dar previsibilidade ao produtor com o Plano Safra plurianual, horizonte de cinco anos, seguro rural fortalecido, novas garantias para o crédito e maior participação do mercado de capitais no financiamento do setor. Fora da porteira, a prioridade será reduzir custo. Rodovias, ferrovias, hidrovias, portos e armazenagem serão integrados aos principais corredores de produção. O governo também buscará reduzir a dependência de fertilizantes importados, fortalecer a Embrapa e ampliar a produção nacional de bioinsumos.